terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Obras de Dezembro

Com o aproximar do final do ano, a vida continua no estaleiro, mais ou menos espeditos, os patrões de estaleiro vão metendo mãos á obra, e os barquinhos se vão reparando.


O "Piu-Piu" já está pronto, um tratamento geral ao casco e cá está ele com o fundo pintado com o melhor anti-fouling do mundo, bem, se não for o melhor, pelo menos é o mais barato e em termos de relação preço/qualidade, acho que vou ficar cliente.

A "Medusa" sendo o barco mais intervencionado destes estaleiros, este ano as obras ainda não avançaram, é a crise da construção que chega a todo o lado.



O "Vip" não é de cá, este SailMar está apenas de passagem para um tratamento anti-osmose e anti-fouling

E "Já agora" este Van de Stadt 34, tambem vio para fora d'agua, talvez apenas para uma pequena intervenção no anti-fouling, eventualmente para fazer mais uma ou duas gavetas no interior, ou outra treta qualquer que estes tipos da auto-construção têm a mania de inventar.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Obras de Novembro




Após a abertura oficial da época de reparações, o barquinhos perfilam-se para se abonitarem, o cantar dos passarinhos e das gaivotas dá lugar ao chinfrim das lixadoras, rebarbadoras e berbequins.
O Trimarã Fulô já na recta final, acho que só falta o "anti-lismos" no casco central, isto após todos os contra-tempos e trabalhinhos que não estavam orçamentados.
O pormenor da piroga da discórdia, a ocupar espaço em cima do flutuador, sendo dupla ocupação de espaço horizontal.


O Fernando lá cravou o atrelado/berço a um gajo que ia a passar na altura e o Piu-Piu já cá tá fora, assim fica mais á mão para se trabalhar, diz ele, pois porque isto de joelhos, só para outras coisas.

O Azul foi alvo de uma profunda repintura, já com um primário tipo Táxi.

O Caliope vindo de mais uma etapa do circuito Parquqmento-Marina-Parqueamento

O Corto II, O Vaga, O Nau dos Corvos, o Falua e o Elejota sem trabalhos de maior monta, apenas revisão anual ao estado do casco.

O Free, ainda nem o dono deve saber o que fazer, o Galileo tem de fazer um leme novo, alvo de uma aterragem mal calculada.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pormenores construtivos

A pedido de algumas familias que pacientemente me têm pedido e aguardado por uma pseudo reportagem sobre uma certa pseudo-eventual-quiçá-um dia-embarcação, junto anexo algumas (poucas) fotos como exemplo de exemplos a não seguir, ou seja, já tá tudo inventado, ou se não sabes inventar, não te ponhas a fazer o que não sabes.


Capacidades anfibias, para já só em terra
Caixa do leme???
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Continua


Continua (parte II)

Se fosse um quadro poder-se-ia chamar "sobreposições á proa"

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Ficamos ansiosamente a aguardar que um dia este veiculo vá para a água, desejamos as maiores felicidades ao feliz proprietário, bons ventos e grandes navegações.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Obras de Outubro

Está aberta oficialmente a época de reparações 2009/2010, algumas embarcações já deram entrada no estaleiro, outras transitaram da época passada, senão vejamos o que se passa:

- O "Matisse" continua o levar o tratamento anti-osmose, depois de 2 demãos de high protect, tá a levar um barramento de epoxy filler, a fim de encher as irregularidades provocadas pela lixadora e desempenar o casco.

Pormenor do barramento a epoxy filler



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O "Free, continua com a obra embargada, o armador ainda não se deve ter decidido quanto ao projecto final, se avançar para uma reparação a sério, uma atamancação ou uma "desmantelação" e aproveitamento das peças amoviveis, entretanto o armador deverá dar á costa um dia destes.


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O Mário continua a dar no "Azul", o casco já tá betumado e lixado, o costado de EB já tem aparelho, aguardamos pela volta á agua, longa a ausência na água do barco que mais navega n'Alhandra.





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O "Fulô" nada habituado a estas coisas de vir a terra, veio aliviar o peso das cracas e fazer uns "upgrades".






A ampliação do espaço do poço, foram demolidas as locas de arrumo e infiltrações laterais.
De salientar o pormenor do vaso, para uma navegação segura sempre com terra á vista.



Remoção e colocação de uma talisca de madeira

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O eventualmente num futuro que julgamos seja próximo, o "Rina", continua a avançar, com o armador e construtor a fazer contas á vida, aos dias que passam e aos que faltam.



O motor já está posicionado e o hélice feito de encomenda já foi colocado.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Multichine 45 - VI


Delegação de Arruda dos Vinhos
A obra do Rui continua a avançar, toda a estrutura já está colocada e o forro de EB já está no sitio.

14 metros de comprimento e já com algumas toneladas de ferro em cima, já começa a tomar forma de barco.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Já Agora

E "Já Agora", ou seja finalmente foi para a água, este Van de Stadt 34, de auto construção em aluminio foi para a água.
A construção do casco durou 3 anos em estaleiro, depois veio para as nossas instalações n'Alhandra em bruto, depois teve mais 5 anos a construir os interiores,exteriores, instalação do motor, pinturas, sendo a ultima fase a instalação do aparelho vélico.
Na nossa rampa Norte á espera da maré



Já no seu lugar na Real e Mui Nobre Marina d'Alhandra

E como é normal nestas coisas, nem tudo pode correr bem, há uns pequenos precalços inesperados que estão a ser corrigidos, mas pronto o que interessa é que já está a navegar.

Já agora boa sorte.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O "Evaluna"

Bem, então o "Evaluna" já tá na água, este ano é que o nosso Pedrocas percebeu que tinha tomar a empreitada do tratamento anti-osmose, depois da empreitada faltava a vistoria, até aqui tudo bem, só que o feliz proprietário esqueceu-se de alguns pormenores e não fosse a boa vontade do inspector e a presença de alguem com muito andamento nestas coisas, ou seja eu, a esta hora o barquinho tava a navegar mas era em seco."Vá passem os cabos, vamos pôr o barco na água antes que o homem se arrependa ou pergunte por mais qualquer coisa que eu não tenha"


Para os mais incautos deixamos aqui algumas indicações:
- As embarcações registadas em classe 4 (navegação costeira restrita), são obrigadas a ter rádio VHF equipados com DSC (digital selective calling).
- Os rádios têm de estar homologados.
- O proprietário tem de ter licença de estação emitida pelo IPTM, para lhe ser emitido o indicativo de chamada.
- Tem de solicitar ao IPTM a instalação rádio-eléctrica para lhe ser emitido o código de socorro MMSI, a partir do qual a sua embarcação será reconhecida quando premir o botão "Distress".
- Depois ainda tem de afixar o indicativo de chamada e o código MMSI, junto ao respectivo equipamento.
- Já agora o proprietário deverá ser possuidor de licença de operador rádio-telefonista classe A - VHF.

Se não tiver nada disto não vale a pena chamar pelo "João" mais perto, porque milagres só em Fátima, e com inspector já dentro do barco ainda muito menos, uma horita antes ainda se conseguia qualquer coisa, mas assim valha-nos Nª Srª.
Ah, e depois não vale a pena andar á procura de papeis que nunca existiram, no meio daqueles que já nem deviam existir.

Mesmo assim ainda houve autorização de colocar o barco na água com a promessa de tratar da papelada, cá para mim já deve tar tratada, e vá lá o homem não ter perguntado pela balsa e pelo certificado, então os milagres tinham de vir directo do Vaticano.