O resto dos trabalhos a bordo fazem-se a navegar, assim é que é, os barcos têm é que estar na água, toca a arrazar esses cabeços de areia e ostra pelo Tejo fora.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Muhamed Dani e a princesa Sheherazade
O resto dos trabalhos a bordo fazem-se a navegar, assim é que é, os barcos têm é que estar na água, toca a arrazar esses cabeços de areia e ostra pelo Tejo fora.
Eventualmente, um dia talvez "Rina"
Mas já faltou mais, agora acho que é uma situação de teimosia, o Américo do alto das suas 70 e algumas primaveras já ia perdendo a sua saude quando o barco lhe caiu em cima e tivemos de o sacar com macacos hidráulicos enquanto ele todo partido, tentava respirar como as grávidas.
Teve uns meses em recuperação, mas voltou cheio de força, alguns dias atrás disse-me que ainda queria ir nele ao espadarte.
O Galileo
Fica o aviso:
Quando entrarem dois gajos num barco, a horas que não lembram ao menino Jesus, a perguntarem "o que é que se bebe aqui", desliguem os ferros de soldar.
O rapaz tinha de comprar um Jeaneau, se fosse um DC como lhe aconselhei, nada disto tinha acontecido, o que aconteceu não foi vingança, foi um acidente e acho que foi o outro que deu o toque no ferro.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
"OCeanus" o barco do Makito
O Oceanus tá em terra, mas as obras tardam em começar, cá para mim este ano não vê água, a não ser da chuva, mas uma providência já foi tomada, como se consta que o preço do espaço a seco vai aumentar, o Makito cortou meio metro de cada lado ao berço para diminuir a área de ocupação, com estas trafulhices, qualquer dia paga o espaço aéreo.
O Barco do Bacalhau
Antigo casco de lancha de pilotos, está a ser recuperado nestes estaleiros pelo Bacalhau (gajo mais ordinário d'Alhandra), homem dos 7 oficios e mais um, carpinteiro oficial da Rainha de Inglaterra enquanto imigrante, velejador desde pequenino.
Conhecido pela rapidez com que constroi um barco e o vende logo a seguir, principal exportador oficial para o Alqueva, aqui o vemos em cima da sua obra.
Conhecido pela rapidez com que constroi um barco e o vende logo a seguir, principal exportador oficial para o Alqueva, aqui o vemos em cima da sua obra.
Vista interior da embarcação, de salientar a amplitude do salão de refeições que já está a ser utilizado desde o inicio do Verão passado, todos os sábados desde então as obras param ao meio dia.
A magestosidade do motor da traineira do João Taróta, perante a amplitude do salão e o acesso á cabine da proa em forma de ovo cozido.
O Mékinho (Américo Bacalhau), feliz proprietário, diz que vai pá água no Verão.
A MEDUSA
Protagonista de várias operações de Face Lift, nem a Lili Caneças sofreu tantas operações plásticas, o próprio Michael Jackson não é páreo para isto.
Vemos já aqui terminada a operação deste ano, a ampliação da cabine da proa, uma lixadela no fundo, anti-fouling e rio acima. Para o ano logo se verá, certamente alguma coisa se há-de arranjar.
O N.V.VOLARE em obras
Uns retoque de gelcoat, resultado de alguns toques dados e recebidos.
Este barco foi construido em 2001 nos Estaleiros Delmar Conde, foi aquirido por mim em 2ª mão e com a pintura de fundo bastante degradada, foram necessários 8 meses de trabalho para o colocar a navegar:
-Lixar o fundo até ao osso, betumar com epoxy filler, 3 demãos com Epoxy High Protect anti-osmose, 2 demãos de selante Epoxy Light Primer, 2 demãos de anti-fouling Hard Racing, substituição de adriças, revisão ao mastro, mais outras coisas menos importantes e voltou a navegar em Junho de 2005.
Termo de abertura (ou reabertura)
Ao vigésimo primeiro dia do mês de Fevereiro, do ano da graça de Deus (nosso Sr.) de 2008, foi (re) aberto este blog, dedicado ás obras e aos obreiros deste estaleiro, no fundo a todos aqueles doidos, que sendo uma cambada de tesos, (mas como como ouviram dizer que somos uma terra de marinheiros) insistem em ter um barco (coisa de ricos).
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